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Integrity4All: mais efetividade na gestão de riscos dos terceiros!

Quer proteger a entrega de valor da sua empresa, com expertise e tecnologia de ponta para mitigar os riscos ligados aos terceiros, como já fazem a Raízen e o Clube Atlético Mineiro? Então, você definitivamente precisa descobrir tudo sobre a solução Integrity4All, da Integrity, que faz parte do ecossistema de integridade corporativa do AML Group. 

No post de hoje, falamos sobre a ferramenta que simplifica as atividades do seu time de compliance, gerando dossiês completos que embasam as decisões data-driven. Por sinal, os recursos são customizáveis conforme as regras de negócio, possibilitando conhecer os stakeholders e, assim, evitar os eventuais problemas reputacionais, financeiros e legais. 

Continue lendo para conhecer os detalhes da plataforma Integrity4All, que é um exemplo prático de como a tecnologia é vital para aprimorar a gestão dos riscos. Com isso, pode-se aumentar a efetividade nos processos de aceitação e monitoramento de terceiros, inclusive acompanhando as operações financeiras das pessoas expostas politicamente (PEP).  


Como a tecnologia Integrity4All agiliza a gestão de riscos? 

A plataforma Integrity4All viabiliza a efetiva avaliação dos riscos dos terceiros: clientes, funcionários, fornecedores, parceiros, prestadores de serviços e outros. Nosso sistema gera dossiês dos stakeholders, de acordo com a matriz de risco, entregando dados assertivos ao time de compliance, o que contribui para orientar decisões e mitigar riscos. 

No modelo SaaS, software como serviço, a solução da Integrity é crucial para a aplicação eficaz dos programas de integridade, alinhados com as ações de ética, conformidade e transparência, além dos critérios ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG). Em paralelo, a ferramenta está integrada ao maior banco de dados reputacionais do país.   

Quais os principais benefícios da ferramenta Integrity4All? 

  • Agilidade e assertividade para avaliar a relação com os terceiros, recebendo dados consolidados para ter uma visão 360º dos riscos e tomar decisões mais seguras. 
  • Conexão com a maior base de dados reputacionais, o que inclui as listas restritivas nacionais e internacionais para as consultas automatizadas de due diligence. 
  • Embasamento para os programas de conhecimento dos stakeholders: clientes (KYC), funcionários (KYE), fornecedores (KYS) e parceiros (KYP). 
  • Otimização dos processos de aceitação e monitoramento dos públicos de interesse, visando estreitar o relacionamento e obter resultados sustentáveis. 
  • Foco em gestão de riscos reputacionais, legais e financeiros, com flexibilidade para analisar outras questões que podem impactar a continuidade dos negócios. 
  • Conformidade com as regulamentações vigentes, a exemplo da Lei Anticorrupção (nº 12.846/13), além do fomento à responsabilidade socioambiental e governança. 
  • Integração via application programming interface (API) com outros sistemas já utilizados pela empresa, possibilitando a comunicação efetiva entre os programas.   

>>> Veja também! Política de compliance: como usar a tecnologia para gerenciá-la? 

Como funciona a plataforma digital Integrity4All? 

  • Parametrização da ferramenta com a matriz de risco e as regras de cada negócio. 
  • Registro dos stakeholders, tendo integração com os sistemas usados pela empresa. 
  • Envio de questionários complementares para aperfeiçoar a avaliação dos riscos. 
  • Pesquisa automatizada de due diligence, com fontes nacionais e internacionais.  
  • Monitoramento das informações reputacionais, cadastrais e comportamentais. 
  • Geração de dossiês dos stakeholders para processos de onboarding dos terceiros. 
  • Classificação dos riscos (altos, médios e baixos) para aprovação ou reprovação. 

Para entender essa dinâmica, veja o workflow adotado na plataforma Integrity4All para avaliar e mitigar os riscos de terceiros: 


Quais os recursos da plataforma Integrity4All? 

Logo adiante, listamos as principais funcionalidades da solução Integrity4All, que podem ser customizadas para atender às demandas das companhias de qualquer porte e segmento.  

Pesquisa automatizada no maior banco de dados reputacionais 

Para agilizar os processos de due diligence, o time de compliance pode fazer consultas no banco de dados reputacionais mais completo do Brasil, agilizando a consolidação de dossiês sobre os stakeholders ao cruzar uma série de informações de fontes fidedignas.  

Mídia tratada  

Triagem de matérias divulgadas na imprensa sobre indivíduos e empresas envolvidos em crimes econômicos e patrimoniais.   

Sanções nacionais e internacionais   

Listas restritivas do Brasil, Estados Unidos, União Europeia, Reino Unido e outros, tendo registros de envolvimento com terrorismo e crimes financeiros. 

PEP  

Perfis de CPF e CNPJ de pessoas expostas politicamente, como governadores, vereadores e deputados, que são monitorados e atualizados em tempo real. 

Diários Oficiais  

Consulta integrada nos Diários Oficiais municipais, estaduais e federais, com indicações de pessoas processadas em ações governamentais. 

ESG   

Registros de pessoas jurídicas citadas por envolvimento em crimes ambientais ou sociais, bem como informações desabonadoras no contexto das políticas ligadas aos pilares ESG. 

Dica! Para conferir o quão completo é este banco de dados reputacionais, veja o infográfico com o volume de informações que são cruzadas para obter os dossiês dos stakeholders!  

Envio de questionários complementares 

Além dos campos personalizáveis na plataforma, com diferentes métricas, há o recurso de envio automático e manual de questionários complementares e, ainda, a consulta de outras bases de informações, a fim de anexar evidências para aprimorar a avaliação de risco. 

Abertura do quadro societário 

Avaliação de riscos da empresa e dos respectivos sócios da pessoa jurídica (até o 3º nível), o que pode incluir, por exemplo, os processos de estelionato ou crimes contra o meio ambiente. 

Análise embasada no score de risco 

Após o processamento das informações de fontes confiáveis, consultando o maior banco de dados reputacionais do país, os riscos são classificados conforme as regras de negócio. Se for verificado o alto risco, a política interna pode demandar mais ações de due diligence. 

>>> Leia mais! Matriz de risco: qual a probabilidade e o impacto dos eventos adversos? 

Parecer e encaminhamento da avaliação de risco 

Emissão de pareceres e encaminhamentos para tomada de decisão do time de compliance, sobretudo nos casos em que é verificado o alto risco. Desse modo, há a opção de aprovar, reprovar ou fazer novas validações, seguindo os fluxos internos e as regras de negócios. 

Monitoramento da base com reavaliação periódica 

O sistema prevê a reavaliação periódica dos terceiros cadastrados, considerando o período que atende às demandas da empresa. Por exemplo, pode ser necessário verificar as transações financeiras das pessoas politicamente expostas com mais frequência. 

Geração de relatórios e dossiês para anexar aos processos 

O software traz relatórios gerenciais que podem ser visualizados em dashboards personalizados, além de gerar dossiês robustos com a avaliação de riscos dos stakeholders consultados. Tais arquivos ficam disponíveis para impressão, armazenamento ou envio. 


Faça como Atlético-MG e Raízen: use a Integrity4All 

A plataforma Integrity4All é adotada por companhias de diversos portes e segmentos que buscam aprimorar a gestão de riscos de terceiros. A propósito, essa solução é adotada no setor esportivo pelo Atlético Mineiro e no setor energético pela multinacional Raízen. 

Fale com um especialista agora mesmo e saiba como levar essa ferramenta para sua empresa, como forma de agilizar o trabalho do time de compliance, em alinhamento com as iniciativas de integridade corporativa, ética, transparência, conformidade, ESG e mais! 

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Compliance na contabilidade: Resolução CFC 1.721 na prática!

Se você é contador, provavelmente sabe que está em vigor a Resolução CFC nº 1.721/24, certo? Mas, afinal, o que muda para os profissionais da área? Neste artigo, entenda tudo sobre compliance na contabilidade e, ainda, como estar em conformidade com a norma. 

Para adiantar, saiba que esse normativo do Conselho Federal de Contabilidade passou a vigorar em setembro de 2024, com disposições ligadas à prevenção à lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa (PLD-FTP). 

Continue lendo para conferir a aplicação prática do compliance na contabilidade, contando com a expertise do Vice-presidente do Instituto Paulista de Contabilidade (IPC), Luiz Nóbrega, que, inclusive, indica uma plataforma para agilizar as atividades dos contadores. 


Primeiramente, o que é compliance? 

Do inglês “to comply”, compliance significa estar em conformidade, o que, no âmbito das empresas, diz respeito a seguir as leis, normas e demais regulações do setor de atuação. No caso dos contadores, por exemplo, isso envolve a nova Resolução CFC nº 1.721/24, assim como outros normativos. 

Por sinal, o compliance empresarial (contábil, fiscal, financeiro e afins) estabelece o conjunto de regras que se aplica aos públicos de interesse do negócio, os stakeholders. Isso inclui: funcionários, conselheiros, clientes, fornecedores, parceiros, prestadores de serviços e mais. 

O que é compliance contábil e fiscal? 

Em específico, o compliance contábil e fiscal visa assegurar a conformidade com as leis e normas aplicáveis à área e ao modelo de negócio, a exemplo do cumprimento das obrigações tributárias, conforme o regime de tributação. Isso abrange a emissão de notas fiscais, o recolhimento dos impostos, a declaração do Imposto de Renda e daí em diante. 

Benefícios do compliance contábil e fiscal   

  • Evitar eventuais multas e sanções aplicadas pelos órgãos reguladores. 
  • Reduzir a carga tributária com recursos legais, como a elisão fiscal. 
  • Direcionar o capital adequadamente, sem pagamentos duplicados. 
  • Fortalecer a reputação da companhia no mercado de atuação. 
  • Elevar a confiança dos stakeholders: clientes, investidores etc. 
  • Prevenir atividades ilícitas, como a tentativa de lavagem de dinheiro. 
  • Aplicar os critérios ambientais, sociais e de governança (ESG). 
  • Aprimorar os processos de governança, com ética e transparência. 

Falando em governança corporativa e compliance, esses conceitos se complementam em prol da sustentabilidade organizacional. Enquanto o primeiro deles busca evitar conflitos de interesse que podem comprometer a reputação e a continuidade dos negócios, o segundo é focado no cumprimento dos normativos a que uma determinada empresa está sujeita. 

Como o Brasil tem um complexo sistema tributário, várias questões devem ser levadas em conta pelos profissionais de contabilidade para manter a conformidade. Aliás, para conferir um exemplo, veja um webinar que esclarece dúvidas sobre os processos de Escrituração Contábil Digital (ECD) e Escrituração Contábil Fiscal (ECF), evitando assim erros e multas: 


5 dicas de conformidade para profissionais de contabilidade 

A seguir, veja 5 dicas de compliance na contabilidade, que podem ser adaptadas paraos outros setores, como o financeiro. Já nos tópicos seguintes, confira os pontos-chave da Resolução CFC nº 1.721/24 e, também, a solução tecnológica que agiliza o trabalho dos contadores em termos de conformidade.   

  1. Faça um levantamento com todas as leis e normas que se aplicam à área de contabilidade da empresa, por exemplo, as questões ligadas ao regime tributário. 
  2. Crie uma matriz de riscos para entender qual é a probabilidade de um evento adverso acontecer e o impacto, como a multa pelo não pagamento de um imposto. 
  3. Estabeleça controles internos para garantir que os processos contábeis e fiscais sejam cumpridos à risca, seguindo os prazos e padrões dos órgãos reguladores. 
  4. Use uma ferramenta que fornece dados assertivos para embasar as decisões, como acompanhar as transações financeiras das pessoas expostas politicamente (PEP). 
  5. Faça o monitoramento contínuo para assegurar que as boas práticas de ética, integridade e governança estão alinhadas com as ações de compliance contábil. 

>>> Leia também! Programa de integridade: saiba implementar e gerir na empresa! 

Como ficar em conformidade com a Resolução CFC nº 1.721/24? 

Para falar sobre a conformidade com a Resolução CFC nº 1.721/24, entrevistamos o especialista Luiz Nóbrega. A propósito, o Vice-presidente do IPC destaca que houve mudanças significativas sobre a prevenção de lavagem de dinheiro, financiamento ao terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa. Veja 3 exemplos logo adiante! 

  1. Comunicação ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) nas transações acima de R$ 100.000,00 em espécie, ainda que sejam fracionadas. 
  2. Adoção do método de abordagem baseada em risco (ABR), que serve de guia para viabilizar a identificação, avaliação e mitigação de riscos financeiros. 
  3. Detalhamento nos cadastros dos clientes e contratantes, passando a incluir os endereços completos, tanto os físicos quanto os eletrônicos.  

Principais impactos da Resolução CFC nº 1.721/24 para os profissionais da contabilidade 

  • Responsabilidade dos contadores de prevenir a lavagem de dinheiro, o financiamento ao terrorismo e a proliferação das armas de destruição em massa.  
  • Reforço no monitoramento, com o acompanhamento contínuo das transações dos clientes a fim de identificar proativamente as operações suspeitas. 
  • Rigor na documentação, com registros detalhados e atualizados de operações e serviços prestados, além das comunicações com os clientes.  
  • Adoção de ferramentas e procedimentos de compliance contábil, como políticas, controles internos e plataformas compatíveis com a abordagem baseada em risco. 

Por falar em ABR, Nóbrega ressalta que tal método possibilita que os contadores adaptem as ações preventivas às características dos clientes e operações, com registros detalhados e monitoramento frequente, o que eleva a eficiência ao focar nas áreas de maior risco. 


Use a tecnologia para aplicar o compliance na contabilidade 

Para otimizar o compliance na contabilidade, a dica é usar uma plataforma robusta, que fornece dossiês completos para a tomada de decisão dos contadores. Esse é o caso da solução Integrity4All, com recursos personalizados para a matriz de risco de cada empresa. 

Com nosso ecossistema de integridade, é possível acessar o maior banco de dados reputacionais do Brasil, que cruza informações de variadas fontes para identificar e mitigar os riscos de terceiros, sejam clientes, parceiros, fornecedores, funcionários e outros. 

  • Mídia tratada, o que abrange indivíduos e empresas identificados na imprensa por envolvimento em crimes econômicos e patrimoniais. 
  • Sanções nacionais e internacionais, incluindo pessoas e organizações envolvidas com terrorismo, crimes financeiros etc.  
  • Listas de pessoas expostas politicamente, com os respectivos perfis de CPF e CNPJ monitorados e atualizados em tempo real. 
  • Consultas em Diários Oficiais, nos âmbitos municipal, estadual e federal, indicando as pessoas processadas em ações governamentais. 
  • Informações relacionadas aos critérios ESG, a exemplo das pessoas jurídicas citadas por suposto envolvimento em crimes ambientais ou sociais. 

Conte com a Integrity para aprimorar as ações de compliance contábil, o que contempla a Resolução CFC nº 1.721/24 e os demais normativos da área. Fale conosco para conhecer os recursos da plataforma que agiliza o trabalho dos contadores na gestão de riscos! 

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Integrity: tecnologia e expertise para gerenciar riscos de terceiros

Já pensou em ter uma plataforma tecnológica que agiliza a avaliação e gestãodosderiscosde terceiros, consultando o maior banco de dados reputacionais do Brasil? Então, vale apena conhecer as soluções da Integrity a fim de aprimorar as ações de integridadecorporativa.Sua equipe de compliance pode fazer pesquisas automatizadas de duediligence que levamem conta: 2 milhões de CPF e CNPJ com score de risco, 1 milhão de pessoas expostaspoliticamente (PEP) e 600 mil perfis envolvidos em crimes econômicos, entre outros dados.Quer saber como a tecnologia da Integrity ajuda a mitigar riscos reputacionais, financeiros elegais dos clientes, funcionários, fornecedores, parceiros e afins? Leia até o final do artigopara conferir a atuação dessa empresa do AML Group, com suas soluções e cases


Conheça as 5 marcas do AML Group

Além da Integrity, que é o foco deste artigo, confira as 5 marcas do AML Group, que, há 15 anos, propicia um robusto ecossistema de integridade para ajudar as empresas a aprimorar suas ações de compliance, ética, transparência e ESG (ambiental, social e de governança). 

Fundada em 2021, a Integrity oferece soluções tecnológicas para implementar e gerir programas de integridade, compliance anticorrupção e relacionamento com stakeholders, visando mitigar os riscos dos terceiros em diversos segmentos, sejam regulados ou não. 

>>> Saiba mais sobre a Integrity

Tradicional no mercado, a AML Reputacional é o maior bureau do setor da América Latina. Aqui, o foco é viabilizar a gestão de riscos regulatórios e reputacionais, tendo soluções que incluem a avaliação interna de risco e a avaliação de efetividade, entre outras. 

>>> Acesse o site da AML Reputacional 

Com trilhas de aprendizado de alto nível, a Ágama Business Training contribui para formar e atualizar os profissionais sobre as leis, normas e boas práticas do mercado. Por exemplo, pode-se fazer cursos sobre Lei Anticorrupção e prevenção de lavagem de dinheiro (PLD).  

>>> Confira os cursos da Ágama Business Training 

AML Due Diligence 

Por sua vez, a AML Due Diligence oferece informações estruturadas para o background check e o onboarding de terceiros nos processos de devida diligência. Com dados em tempo real, é possível calcular e classificar os riscos para otimizar a tomada de decisão.  

>>> Veja tudo sobre a AML Due Diligence 

Para completar, temos o Instituto de Integridade, ESG, Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo (IPLD). Esse hub fomenta o conhecimento e o networking, principalmente nas iniciativas de compliance, sustentabilidade e congêneres. 

>>> Acompanhe a agenda de eventos do IPLD 


Como a Integrity agiliza a gestão de riscos de terceiros? 

A seguir, listamos os principais diferenciais da Integrity, que contribuem para otimizar os processos de integridade, ética e compliance das companhias de todos os portes e setores, aprimorando a avaliação e mitigação dos riscos de terceiros para evitar problemas como: 

  • multas e sanções; 
  • prejuízos por fraudes; 
  • custos com litígios; 
  • interrupção de operações; 
  • redução na carteira de clientes; 
  • comprometimento de reputação; 
  • dependência excessiva de um determinado fornecedor; 
  • envolvimento com pessoas ligadas a atividades ilícitas e antiéticas. 

Para avaliar e mitigar esses e outros riscos, confira os diferenciais da Integrity! 

Integração com o maior banco de dados reputacionais do Brasil

Como parte do ecossistema de integridade da AML, a plataforma da Integrity se conecta com o maior banco de dados reputacionais do Brasil. Com pesquisas automatizadas que cruzam os dados de fontes oficiais, o time de compliance recebe informações assertivas. 

Dossiê completo para identificar e mitigar os riscos de terceiros 

Com agilidade e acuracidade nas informações, nossa plataforma digital entrega um dossiê completo, parametrizado de acordo com a matriz de risco estabelecida por cada empresa. Para exemplificar, isso agiliza a análise do time de compliance porque traz dados como: 

Informações de indivíduos e empresas identificados na mídia ou em listas restritivas do país por envolvimento em crimes econômicos e patrimoniais. 

Mais de 1 milhão de perfis de CPF e CNPJ de pessoas expostas politicamente, como os governadores e vereadores, que são monitorados e atualizados em tempo real. 

Dados de órgãos da União Europeia, além do Reino Unido, Estados Unidos e organizações internacionais, com registros de pessoas envolvidas com terrorismo e crimes financeiros. 

Banco de dados para consulta integrada em Diários Oficiais, com informações de pessoas processadas em ações governamentais, nos âmbitos municipal, estadual e federal. 

Perfis de pessoas jurídicas citadas por envolvimento em crimes ambientais ou sociais, além de informações desabonadoras sobre empresas no contexto dos pilares ESG. 

Workflow para agilizar a avaliação da equipe de compliance 

Cruzar os dados de fontes confiáveis e filtrá-los conforme a matriz de risco de cada negócio ajuda a orientar as decisões de modo estratégico. Na Integrity, adotamos um workflow para processar o grande volume de informações e classificar tais riscos, agilizando a análise.  

Dados para os programas de conhecimento dos stakeholders 

Os programas de conhecimento são cruciais para aprimorar o relacionamento com as partes interessadas e mitigar os riscos. Por exemplo, pode-se verificar se um possível fornecedor está envolvido com trabalho infantil e, assim, optar por outra contratação. 

  • Know your Customer (KYC) – Conheça seu Cliente
  • Know your Employee (KYE) – Conheça seu Empregado     
  • Know your Partner (KYP) – Conheça seu Parceiro     
  • Know your Supplier (KYS) – Conheça seu Fornecedor  

Soluções para todos os portes e segmentos empresariais 

Sejam reguladas em termos de compliance ou não, de quaisquer portes ou setores, todas as empresas podem se beneficiar das soluções da Integrity, inclusive as de fora do mercado financeiro ou simplesmente as focadas nos critérios ESG. Isso inclui:  

  • indústrias; 
  • joalherias; 
  • construtoras;  
  • atacadistas;  
  • concessionárias; 
  • clubes esportivos; 
  • escritórios de contabilidade;  
  • e assim por diante. 

Quais as plataformas tecnológicas da Integrity?  

Logo adiante, elencamos as plataformas da

369+ *que correspondem às demandas de companhias de todos os portes e setores. Afinal de contas, os recursos são customizados de acordo com a matriz de risco, os produtos e as regras de negócio. 

A plataforma Integrity4All é focada nas companhias com grande demanda de avaliação de riscos, o que requer processos estruturados de due diligence. Por exemplo, para estar em conformidade com a Lei Anticorrupção (nº 12.846), deve-se ter a estrutura de compliance. 

>>> Veja mais detalhes da plataforma Integrity4All 

Já a solução IntegrityLitte é voltada para as pequenas e médias empresas (PME). Ainda seguindo o método de abordagem baseada em risco (ABR), pode-se simplificar a gestão de riscos, evitando prejuízos e não conformidades que levariam às violações regulatórias. 

>>> Confira os recursos da IntegrityLitte para PME 


2 cases de sucesso para conhecer a expertise da Integrity 

Para entender, na prática, como a Integrity agiliza a avaliação e gestão de riscos de terceiros, confira esses cases de sucesso nos setores esportivo e energético.  

Clube Atlético Mineiro 

Como um dos líderes do Movimento pela Integridade no Futebol, o Atlético usa a plataforma Integrity4All para gerenciar os riscos reputacionais, financeiros e legais. Seu programa de compliance abrange o Clube Atlético Mineiro, o Instituto Galo e o estádio Arena MRV.  

>>> Conheça a parceria entre a Integrity e o Atlético-MG 

Raízen 

A Raízen, multinacional do ramo energético, divulga seus compromissos públicos ligados aos pilares ESG. Sobre as compras sustentáveis, por exemplo, a empresa adota a solução Integrity4All para reduzir os riscos dos fornecedores e gerar valor na cadeia produtiva. 

>>> Entenda como a Raízen usa a solução da Integrity 

Agora que você conhece a história da Integrity, as plataformas e os cases, que tal marcar uma conversa com um dos nossos consultores? Fale conosco para descobrir como levar essa tecnologia de ponta para sua empresa, aprimorando as ações de integridade! 

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ESG ambiental: como fomentar a sustentabilidade na empresa? 

Provavelmente, você já ouviu falar dos pilares ambientais, sociais e de governança (ASG), que vêm do termo em inglês environmental, social & governance (ESG). Mas, afinal, o que significa o ESG ambiental nas organizações públicas e privadas? E como essa preocupação mitiga os riscos de terceiros, inclusive os que impactam a reputação? 

No artigo de hoje, explicamos como esses 3 critérios favorecem a sustentabilidade e a continuidade dos negócios. Continue lendo para conferir do que trata o pilar ambiental do ESG, em alinhamento com as questões ligadas à sociedade e governança corporativa. 

E mais: veja o case da Raízen, que usa a solução tecnológica da Integrity para acessar as informações socioambientais e, assim, orientar a tomada de decisão estratégica, dentro do programa de integridade, ética e compliance dessa multinacional do setor energético. 


O que é ESG nas empresas? 

ESG abrange os pilares ambientais, sociais e de governança nas instituições públicas e privadas. Isso envolve, por exemplo, a destinação correta dos resíduos, o cumprimento das leis trabalhistas e a prevenção de lavagem de dinheiro, em alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU). 

Tais preocupações se aplicam às companhias de todos os portes e setores: bancos, clubes esportivos, hospitais, siderúrgicas e assim por diante. Para exemplificar, veja este webinar da Fundação Getúlio Vargas (FGV) que aborda a relação entre ESG, compliance e gestão de riscos no segmento jurídico, com seus impactos na imagem e reputação organizacional. 

Para facilitar o entendimento sobre a conexão entre os pilares ESG, a seguir, elencamos os 3 fatores: ambientais, sociais e de governança. Logo adiante, voltamos ao foco deste artigo, que diz respeito às ações de sustentabilidade e preservação do meio ambiente. 

Pilar ambiental do ESG 

Do ponto de vista ambiental, os critérios ESG ajudam a reduzir os impactos das mudanças climáticas e minimizar a captação dos recursos naturais. Em paralelo, tais iniciativas contribuem para a conservação da biodiversidade e a regeneração do meio ambiente. 

  • Uso de fontes energéticas limpas e renováveis, tal como a solar e a eólica. 
  • Consumo consciente de papel, água, energia e outros insumos na empresa. 
  • Logística reversa para recolher itens descartados e destiná-los corretamente. 

Pilar social do ESG 

No âmbito da sociedade, os pilares ESG visam assegurar a garantia dos direitos humanos, o desenvolvimento da comunidade do entorno e a promoção da diversidade e inclusão no ambiente de trabalho, assim como a priorização da saúde dos funcionários, por exemplo. 

  • Planos de carreira diversos e inclusivos, tendo mais mulheres na alta gestão. 
  • Contratação de fornecedores que não estão envolvidos com trabalho escravo. 
  • Combate às formas de discriminação de gênero, raça, orientação sexual e afins.   

>>> Veja também! ESG social: adote práticas éticas e responsáveis nos negócios! 

Pilar de governança do ESG 

Na governança corporativa, os conceitos ESG buscam aprimorar a gestão e mitigar os riscos para o negócio. Nesse caso, as políticas de ética, compliance e integridade viabilizam o cumprimento das leis e normas, evitando os danos reputacionais, financeiros e legais. 

  • Controles internos para evitar desvios, inconformidades e outras atividades ilícitas. 
  • Transparência na prestação de contas, com demonstrações contábeis fidedignas. 
  • Programas de conhecimento para clientes, funcionários, fornecedores e parceiros. 

>>> Aproveite para ler! ESG de governança corporativa: transparência, compliance e +! 


Como aplicar ações de sustentabilidade empresarial? 

Depois de falar dos 3 critérios ESG, incluindo os aspectos sociais e de governança, voltamos ao foco deste artigo, que é o pilar do meio ambiente. Além de fornecer dicas de ações sustentáveis no próximo tópico, ainda temos um case de sucesso sobre o uso da tecnologia para obter os dados de riscos socioambientais e, assim, embasar as decisões. 

Dicas para aplicar ações mais sustentáveis no mundo corporativo 

  • Implemente um programa de compliance, ética e integridade que também considere os 3 pilares ESG: ambiental, social e de governança. 
  • Use uma plataforma robusta para agilizar a análise do time de compliance sobre os riscos ambientais, reputacionais, legais, financeiros etc. 
  • Contrate fornecedores com baixo score de risco em termos de responsabilidade socioambiental, como o estrito cumprimento das leis trabalhistas.  
  • Verifique a possibilidade de usar fontes de energia limpas e renováveis, a exemplo da instalação de painéis solares fotovoltaicos no prédio da empresa. 
  • Opte por investimentos responsáveis, buscando os Fundos ESG negociados nas Bolsas de Valores, inclusive os do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3
  • Faça campanhas de consumo consciente de água, papel, energia e outros insumos, reduzindo o desperdício e a geração de resíduos. 
  • Crie um processo de logística reversa que recolhe os produtos já comercializados e promove sua reciclagem ou destinação adequada das sobras.  
  • Verifique se a empresa está em conformidade com as legislações ambientais e normas reguladoras, tendo como exemplo a NR-18 na indústria da construção. 

Exemplo prático: compromissos de sustentabilidade da Raízen 

A Raízen divulga seus compromissos públicos com o impacto positivo das operações no setor energético. Entre outras estratégias, a multinacional adota a ferramenta Integrity4All para reduzir os riscos de terceiros e gerar valor na sua cadeia produtiva sustentável. 

Abaixo, veja a síntese desses compromissos vinculados aos temas: mudanças climáticas e transição energética, gestão hídrica, gestão agrícola e biodiversidade, compras sustentáveis, direitos humanos, ética e governança, relacionamento com a comunidade e, ainda, diversidade e inclusão. 

  • Aumentar 80% da produção de energia renovável até 2030. 
  • Diminuir 20% da pegada de carbono ligada ao etanol e açúcar. 
  • Ter 80% do EBITDA ajustado proveniente de negócios renováveis. 
  • Minimizar 10% da intensidade de carbono do uso de produtos vendidos. 
  • Reduzir 15% da água na moagem, com uso e reuso da própria cana-de-açúcar. 
  • Aumentar 15% da geração energética por área colhida (considerando GJ/ha). 
  • Rastrear 100% do volume de cana moída, com zero desmatamento ilegal. 
  • Monitorar 100% dos fornecedores críticos (alto score de risco) sob a ótica ESG. 
  • Ter 100% das fontes de cana-de-açúcar com padrão sustentável internacional. 
  • Assegurar o padrão global para todas as unidades em operação certificadas. 
  • Avançar na área de direitos humanos nas operações e na cadeia de suprimentos. 
  • Atuar em grupos setoriais para combater a corrupção e promover a transparência. 
  • Influenciar contrapartes para compartilhar os mesmos ideais de ética e governança. 
  • Impulsionar ações educacionais em 100% dos territórios em que a empresa atua. 
  • Alcançar, ao menos, 30% de cargos de liderança ocupados por mulheres até 2025. 

>>> Baixe o case da Raízen e conheça a plataforma que agiliza as ações de compliance!    


Como usar a tecnologia para obter as informações ESG? 

Com a plataforma Integrity4All, seu time de compliance obtém um dossiê completo para orientar as decisões e aprimorar a gestão dos riscos de terceiros. Isso vai além do ESG ambiental, social e de governança, pois engloba o compliance anticorrupção e as outras iniciativas de integridade, ética e transparência, que se aplicam a todos os setores. 

No tocante aos aspectos ESG, a solução se integra ao maior banco de dados reputacionais do país a fim de verificar os perfis envolvidos em crimes ambientais ou sociais, assim como as informações desabonadoras sobre outras empresas no contexto da política socioambiental. Logo, pode-se optar ou não por contratar um fornecedor, por exemplo. 

Faça como a Raízen e adote a tecnologia Integrity4All para agilizar a gestão de riscos de terceiros. Fale com um especialista e veja como levar nosso ecossistema de integridade para sua empresa, contribuindo para mitigar riscos, evitar danos reputacionais, financeiros e legais e, ainda, viabilizar a continuidade dos negócios, obtendo resultados sustentáveis.  

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Integridade no esporte: transparência, ética, compliance e mais!

Já ouviu falar do Movimento pela Integridade no Futebol, com a liderança do parceiro da Integrity, Atlético Mineiro, juntamente com os clubes Athletico, São Paulo e Vasco? Desde 2023, esse grupo busca difundir as boas práticas de ética, integridade e compliance anticorrupção no esporte. 

Mas por que a iniciativa foi necessária justamente no setor desportivo? Além de prevenir a manipulação de resultados dos jogos, a proposta é aprimorar a gestão dos times, com transparência nas contas, conformidade regulatória, responsabilidade socioambiental, inclusão, diversidade e afins. 

Continue lendo para entender tudo sobre a integridade no esporte, assim como as soluções tecnológicas que ajudam a mitigar os riscos de terceiros. Isso inclui uma série de públicos de interesse, por exemplo, atletas, cartolas, torcedores, funcionários, fornecedores, parceiros, prestadores de serviços e outros. 


Por que é importante promover a integridade esportiva?

Não só no esporte, a integridade é crucial em todos os setores, visto que contribui para fortalecer a reputação e evitar perdas. Por exemplo, ao elaborar uma matriz de riscos, com a probabilidade de um evento adverso acontecer e seu impacto, é possível adotar medidas de prevenção, como nas tentativas de manipulação dos resultados nas partidas esportivas. 

No Atlético-MG, também conhecido como Galo, o Código de Ética e Conduta tem uma série de diretrizes para: 

  • combater as tentativas de corrupção no setor desportivo, como suborno, propina e vantagens indevidas; 
  • prevenir as atividades ilícitas, inclusive a lavagem de dinheiro, estando em conformidade com a Lei 9.613/98
  • promover a transparência nas demonstrações contábeis, em alinhamento com as disposições da Lei Pelé (nº 9.615/98)
  • assegurar a destinação de recursos para entidades idôneas, especialmente nos casos de doações e patrocínios; 
  • contratar fornecedores com baixo score de risco para o Clube Atlético Mineiro, o Instituto Galo e o estádio Arena MRV; 
  • e assim por diante.  

Dica! Veja o webinar “Integridade em jogo: avanços e desafios das novas regulamentações do esporte no Brasil”. Com mediação do Diretor da AML Outsourcing, Adilson Lobato, participaram do debate o Compliance Officer do Galo, Fernando Monfardini, junto ao Diretor Jurídico, de Governança, Risco e Compliance do São Paulo Futebol Clube, Roberto Armelin. 

3 exemplos de riscos ligados à integridade no esporte

Logo adiante, veja 3 situações em que as agremiações esportivas podem ser usadas para a prática de atividades ilícitas, a fim de prevenir tais ocorrências. Vale lembrar que, ao final do artigo, indicamos as soluções tecnológicas que ajudam a mitigar os riscos de terceiros

>>> Leia também! Política de compliance: como usar a tecnologia para gerenciá-la? 

Prevenir e combater a manipulação de resultados esportivos são pontos que estão previstos na Lei Geral do Esporte (Lei nº 14.597/23). 

Art. 177. A prevenção e o combate à manipulação de resultados esportivos têm por objetivo afastar a possibilidade de conluio intencional, ato ou omissão que visem à alteração indevida do resultado ou do curso de competição esportiva, atentando contra a imprevisibilidade da competição, prova ou partida esportiva com vistas à obtenção de benefício indevido para si ou para outros. 

As multas podem ser aplicadas por vários motivos, ao não cumprir as obrigações fiscais e trabalhistas, por exemplo. Ainda nessa linha, cabe ressaltar a relevância da transparência nas contas para evitar sanções que podem impedir as atividades da agremiação esportiva.  

No Atlético-MG, o Código de Ética e Conduta enfatiza que os deveres dos colaboradores, terceiros e administradores levam em conta: 

  • a conformidade com a Lei Pelé, incluindo os salários dos atletas e as respectivas deduções fiscais; 
  • o registro de todas as movimentações financeiras, com transparência e veracidade, seguindo os padrões legais; 
  • a preservação do sigilo das informações contábeis do Atlético, além de submetê-las à análise de auditoria independente; 
  • o reporte à equipe de compliance sobre quaisquer irregularidades, tão logo estas sejam verificadas. 

Segundo a Lei nº 12.683/12, o crime de lavagem de dinheiro ocorre ao “ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal”.   

No passe do futebol, por exemplo, esses atos ilícitos incluem “transformar em renda legítima o dinheiro obtido a partir de inúmeras transações relacionadas ao clube e seus jogadores”. Há, ainda, outras práticas relacionadas ao crime de lavagem de dinheiro, como:

  • anunciar salários altos, mas pagar apenas uma parte do valor aos jogadores e, então, destinar o restante aos criminosos; 
  • oferecer premiações para o time usando dinheiro em espécie, mas pagando apenas uma parcela do valor anunciado; 
  • aumentar o total do público pagante na partida esportiva, acrescentando valores inexistentes ao faturamento da bilheteria; 
  • intimidar ou pressionar os atletas visando influenciar os resultados dos jogos e, assim, beneficiar os apostadores; 
  • entre outras situações listadas no artigo do IPLD (Instituto de Integridade, ESG e Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo). 

Case Atlético-MG: como o Galo promove a integridade no esporte? 

O programa ÉTICO se aplica às entidades: Atlético Mineiro, Instituto Galo e Arena MRV. Seus conselheiros, funcionários, atletas, torcedores, fornecedores, patrocinadores e parceiros devem atuar conforme os valores e ideais do clube, buscando evitar que ocorram desvios ou inconformidades. 

8 passos do programa de integridade esportiva no Atlético Mineiro 

Por meio do programa de ética, integridade e compliance, o Galo estabeleceu uma metodologia com 8 passos, que são: 

  1. código de ética e políticas; 
  2. avaliação de riscos; 
  3. treinamentos, comunicação e incentivos; 
  4. controles internos, monitoramento, auditoria e aprimoramento contínuo; 
  5. diligência prévia (due diligence) e compliance individual; 
  6. canal de denúncias, investigação e mecanismos; 
  7. patrocínio e exemplo das lideranças; 
  8. supervisão e recursos de compliance. 

Esses 8 passos são divididos nas seguintes fases: gestão e conscientização, controle e reforço e, também, promoção e direção, as quais estão ilustradas no infográfico abaixo: 

Fonte: Compliance do Clube Atlético Mineiro 

Atlético-MG e Integrity: parceria pela integridade no futebol 

Em 2023, o Galo passou a usar a solução tecnológica Integrity4All, que entrega um dossiê consolidado para aprimorar as ações de integridade do clube esportivo, o que contribui para a conformidade com as leis e normas do setor. 

Conectada ao maior banco de dados reputacionais do Brasil, a plataforma da Integrity reduz o tempo na avaliação de riscos reputacionais, financeiros e legais ligados aos terceiros, reunindo informações de qualidade para embasar as decisões. 


Como a Integrity ajuda a mitigar riscos no setor esportivo? 

A Integrity, do AML Group, oferece soluções tecnológicas para implantar e gerir programas de integridade, compliance anticorrupção e relacionamento com stakeholders. Ajudamos a mitigar riscos reputacionais, legais e financeiros em vários segmentos, inclusive no esporte. 

Por sinal, a plataforma usada pelo Atlético Mineiro, Integrity4All, está conectada ao maior banco de dados reputacionais do país. Assim, o time de compliance do Galo acessa um dossiê completo para conhecer os públicos e tomar decisões sustentáveis, considerando:  

  • perfis indicados em operações policiais; 
  • atividades ilícitas divulgadas na mídia; 
  • listas de sanções nacionais e internacionais; 
  • nomes de Pessoas Expostas Politicamente (PEP); 
  • processos judiciais de indivíduos e empresas; 
  • publicações nos Diários Oficiais; 
  • informações socioambientais (ESG). 

Quer conferir mais detalhes sobre o esquema tático do Galo para marcar um gol de placa na integridade esportiva?   

>>> Baixe agora o case de sucesso do Atlético em parceria com a Integrity! 

(formulário) 

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Política de compliance: como criar a sua e gerenciar os riscos?

Muito se fala sobre o que é compliance, ou seja, estar em conformidade com as leis e normas do setor de atuação, mas como criar uma política e aplicá-la na sua empresa? E, ainda, como a tecnologia ajuda a gerenciar os riscos de terceiros para evitar os danos reputacionais, legais e financeiros? 

De modo geral, a política de compliance estabelece diretrizes para prevenir a lavagem de dinheiro, as tentativas de fraude e corrupção, o descumprimento das leis trabalhistas e assim por diante. São orientações para todos os públicos de interesse, incluindo: clientes, funcionários, fornecedores e parceiros. 

Neste artigo, esclarecemos o real significado do compliance no relacionamento com os stakeholders e a importância da matriz de riscos para analisar a probabilidade e o impacto das situações que podem afetar a continuidade dos negócios. Além disso, temos um case de integridade no esporte, o que se aplica a todos os segmentos e portes empresariais. 


Qual é o significado de compliance?

Compliance significa estar em conformidade com leis, normas (internas e externas) e regulamentos do setor de atuação, envolvendo questões fiscais, contábeis, jurídicas, previdenciárias, ambientais, trabalhistas e afins. Com a Lei Anticorrupção (nº 12.846/13), por exemplo, as grandes empresas devem ter um profissional especializado nessa área.  

Aliás, para conferir a relevância das medidas de integridade no setor público e privado, veja um trecho do painel apresentado no 5º Congresso do IPLD, que aborda, entre outros temas, a prevenção de lavagem de dinheiro e o compliance anticorrupção: 

O que é uma política de compliance?

Em linhas gerais, a política de compliance reúne uma série de diretrizes que visam prevenir as práticas ilegais e antiéticas, seja nas empresas ou nos órgãos públicos, o que engloba os casos de fraude, corrupção, lavagem de dinheiro e outros, conforme o setor de atuação. 

Esse documento contempla a gestão de riscos, a fim de assegurar o cumprimento das leis e normas, evitar multas e sanções e, ainda, estabelecer programas para conhecer os públicos com quem se relaciona, considerando os eventuais problemas legais, financeiros e reputacionais ligados aos stakeholders.  

>>> Leia também! Relacionamento com stakeholders: como mitigar os riscos? Veja! 

Quais são os programas de conhecimento de stakeholders? 

Dentro da política de compliance, é essencial adotar mecanismos e controles internos para conhecer os públicos com quem o negócio se relaciona, os stakeholders. Para exemplificar, um banco é obrigado a registrar as movimentações financeiras de todas as pessoas politicamente expostas (PEP) que têm conta aberta, como os governadores e vereadores.  

Nesse sentido, podem ser adotados vários programas de conhecimento, com foco em clientes, fornecedores, funcionários e parceiros comerciais. Por sinal, para conferir essas informações de modo prático e efetivo, o ideal é usar um sistema robusto que consulta uma série de bancos de dados nacionais e internacionais. 

Exemplos dos programas de conhecimento

  • Know Your Customer (KYC), principalmente para mitigar os riscos ligados às operações financeiras dos clientes. 
  • Know Your Employee (KYE), inclusive para checar a idoneidade dos funcionários que estão no quadro funcional ou ainda serão contratados. 
  • Know Your Supplier (KYS), em especial para evitar problemas com os fornecedores, seja nos prazos de entregas ou na qualidade dos produtos. 
  • Know Your Partner (KYP), sobretudo para firmar parcerias com negócios que também estão comprometidos com a cultura de compliance. 

Por que ter uma matriz de riscos? 

A matriz de riscos é uma ferramenta que mapeia a probabilidade de acontecer os eventos adversos e seus impactos nas companhias, isto é, as consequências para os negócios. Com base nos eixos “probabilidade” e “impacto”, pode-se gerenciar os riscos relacionados com essas ocorrências, a exemplo da tentativa de manipulação de resultados no esporte.  

Case Atlético: exemplo prático para entender o que é compliance 

O Clube Atlético Mineiro, parceiro da Integrity, criou um programa de ética, integridade e compliance para orientar o cumprimento das normas legais e regulamentares, além de evitar que aconteçam quaisquer desvios ou inconformidades. 

Isso significa que todos os públicos do clube esportivo devem atuar em consonância com os valores e ideais do Galo, o que inclui os conselheiros, atletas, torcedores, funcionários, fornecedores, parceiros, patrocinadores, prestadores de serviços e outros. 

8 pilares do programa de ética, integridade e compliance do Atlético-MG

  1. Controles internos, monitoramento, auditoria e aprimoramento contínuo 
  2. Canal de denúncias, investigação e mecanismos disciplinares 
  3. Diligência prévia (due diligence) e compliance individual 
  4. Patrocínio e exemplo das lideranças 
  5. Supervisão e recursos de compliance 
  6. Treinamentos, comunicação e incentivos 
  7. Código de ética e políticas 
  8. Avaliação de risco 

Integrity: parceira do Atlético na implementação do programa de compliance

Desde 2023, o Atlético-MG usa a solução tecnológica Integrity4All para reduzir o tempo de análise e obter dados de qualidade que orientam a tomada de decisões, tanto no clube esportivo, quanto no Instituto Galo e no estádio Arena MRV. 

>>> Baixe o case para entender como o Galo usa a tecnologia gerenciar riscos de terceiros 

Com agilidade e assertividade, a equipe de compliance acessa uma plataforma digital robusta, conectada ao maior banco de dados reputacionais do Brasil, obtendo um dossiê completo de integridade para gerenciar os riscos ligados aos terceiros, que considera: 

  • 2 milhões de CPF e CNPJ com score de risco; 
  • 1 milhão de pessoas expostas politicamente; 
  • 600 mil perfis envolvidos em crimes econômicos; 
  • mais de mil operações policiais cadastradas; 
  • 68 mil citações em investigações oficiais; 
  • 26 mil fontes monitoradas pelas autoridades. 

Como a tecnologia viabiliza o programa de compliance?

Assim como o Clube Atlético Mineiro, as organizações de todos os portes e setores podem se beneficiar das inovações tecnológicas para gerenciar os riscos dos terceiros. Com a plataforma Integrity4All, pode-se obter informações-chave que embasam decisões estratégicas, considerando: 

  • divulgação na mídia sobre crimes econômicos e patrimoniais; 
  • inclusão de nomes em listas de sanções nacionais e internacionais; 
  • indivíduos classificados como pessoas expostas politicamente; 
  • consultas em Diários Oficiais sobre processos em ações governamentais; 
  • informações ESG citando o envolvimento em crimes ambientais e sociais. 

Fale com um especialista e descubra como a plataforma Integrity4All pode agilizar a gestão dos riscos de terceiros na sua empresa, contribuindo assim para montar sua política de compliance!